05 junho 2007
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Upps! O Konqueror crashou!! |

Novo KDE4, ainda verde mas interessante....
Fonte: 1.21 Gigawatts!
04 junho 2007
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Visualizador de fontes para Gnome |

Algumas funcionalidades deste Specimen:
- Mostra os previews de todas os estilos de fontes, quando uma família de fontes é activada.
- Permite zoom.
- Respeita as cores do tema.
- As configurações ficam todas arrumadinhas no registry, aliás, GConf.
- A licença passou para GPL
- Mais? Vão lá ao Uwstopia verificar.
Links: Blog do autor, download da tarball, download do deb
(para instalar basta um dpkg -i gnome-specimen_0.2-0_all.deb , como root)
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Bom autocolante |

Gamado do Anti Mainstream
03 junho 2007
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Revista Linux vs Windows |
A Revista Linux vs Windows deriva da comunidade homónima no Orkut, que visaria comparar ambos os sistemas operacionais. Por fim, tornou-se uma comunidade mais sobre Linux, tal como a revista. Os seus artigos são voltados para iniciantes, o estilo e textos são divertidos e nada formais. É uma revista tipo amador, mas bem interessante.Links: Homepage, Downloads das Revistas nº1, nº2, nº3 e nº4.
Fonte: Belfiglio.net
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Background Buddy para Linux |


Este Background Buddy na versão Linux, suporta o Gnome, XFCE, WindowMaker e Fluxbox; escolhe aleatoriamente os wallpapers selecionados, e procura nas subdirectorias por eles.
Quem esteja a pensar usar este programa, convido a dar uma olhada nestes outros dois: Wallpaper Tray e Wallpapoz. (Wallpapers changers em Gnome)
Links: Homepage e Download
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Segurança (ou a falta dela) em Windows |
O meu colega e autor no Tux Vermelho, ArameFarpado, escreveu dois artigos sobre a segurança ou a falta dela no Windows, e os artigos bateram de longe todos os recordes de comentários. Falo do Virus na Vista... e Perigos de correr Windows na Internet e do Usar anti-virus é imperativo? Mas não é sobre o recorde de comentários em si que estou a escrever este artigo, é pela discussão construtiva e informativa que se foi criando nesses comentários, com a ajuda do próprio ArameFarpado e dalguns leitores do Tux Vermelho: Vitor (defendendo o Windows), Bruno, Francisco Costa, Jocaferro, P., João Matos, etc.Convido quem se interessa sobre segurança (ou a falta dela) no Windows a passar os olhos pelos comentários nesses dois artigos.
02 junho 2007
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Usar anti-virus é imperativo? |
Relendo os comentários desta grande maratona, sinto que ficou uma coisa por esclarecer, pelo menos da minha parte: No artigo "Virus na vista ..." e também nos comentários, eu chamo à atenção para o excesso de confiança que os utilizadores de windows depositam nos anti-virus e que isso os leva a cometer erros, da mesma maneira que alguém que trabalha com ferramentas perigosas, se ganhar excesso de confiança a usá-la acaba por perder os dedos.
Se repararam, eu nunca discordei, nem contestei a afirmação de "não uso anti-virus no meu windows".
Isto porque eu próprio já afirmei no passado (em newsgroups) que a utilização do anti-virus não é uma obrigação, de facto até é dispensável se conhecermos como os virus funcionam. Tudo começa por não os temer, se em vez de entrarmos em pânico logo a apagar aquilo, tentarmos perceber como foi que ele ali apareceu, acabamos por descobrir que a coisa é mais básica do que parece.
Existem alertas alarmistas que dizem que "nunca abram o mail, nem sequer passem com o rato por cima!" ora isso é um alarmismo puro e simples. A unica coisa que não se pode fazer é activá-lo, pode-se mudar-lhe o nome, movê-lo para outra pasta, tirar cópias dele e até abri-lo como um simples documento usando um editor hexadecimal. Na presença de um ficheiro malicioso basta fazer uma coisa simples para lhe meter logo um "ançaime" no focinho... alterar a extenção dele para uma não reconhecida do sistema. Por exemplo, o ficheiro é "foto.exe" e renomeamo-lo para "foto.exe.virus" e pronto, agora mesmo que lhe deêm com um duplo-clique o sistema não o vai accionar, passou a ser um tipo de ficheiro desconhecido, e vai perguntar com que programa queremos abrir aquele tipo de documento.
Mas então como não ficar contaminado sem usar anti-virus?
- Os worms que aparecem parecendo "vindos do espaço" só por estarmos ligados à net podem ser bloqueados com uma firewall bem configurada.
- O malware que algumas webpages instalam precisam duma interface que permita que a webpage instale coisas no sistema (normalmente é o browser), um bom browser não vai permitir que essas webpages deêm qualquer tipo de ordem, aqui para mim mais perigoso é usar um browser que funcione com active-X, mas também o java poderá ser explorado e se calhar até o macromedia flash (neste momento até já se joga jogos em 3D com o flash).
- Os restantes que precisam que, ou os recebam, ou os vão buscar e depois precisam dum clique, é não os receber nem os ir buscar... ou não lhes cliquem. atenção que não são apenas os exe, bat, pif , etc os perigosos... alguns documentos podem conter macros que se tornam activas, há indicações que imagens tipo foto podem executar código se abertas com programas que usam uma certa biblioteca de processamento de imagem, etc... chegou até a existir um problema (acho que já banido) com as tag dos mp3 em certos leitores de mp3.
Claro que usar internet assim ficamos restringidos a não ver tudo o que muitas webpage têm, por exemplo para se declarar o IRS é preciso que o java r.e. esteja a funcionar... e lá voltamos ao mesmo, um bom browser tem a particularidade de podermos escolher em que "sites" permitimos que o java funcione... é tudo uma questão de: confiu neste site, deixo isto funcionar... não tenho confiança naquele, não o deixo executar nenhum script, e ele que se queixe à vontade.
Há também a hipótese de termos um anti-virus passivo que não gasta recursos (com o auto-protect ou sentinela desligado) e neste caso podemos escolher um dos que têm as maiores bases de dados (os que detectam maior nº de virus) em vez dos light-av que parecem estar agora na moda, e usarmos esse av para sondar aquele ficheiro que fomos buscar antes de o accionarmos... se for um ficheiro tipo zip, podemos sondá-lo antes e depois de descompactado.
O que eu tento dizer com isto, e que fique bem claro, não é "deixem de usar anti-virus dum dia para o outro"... mas sim, não depositem excesso de confiança no anti-virus, tentem aprender o "como lidar com um virus", compreender como é que eles infectam um sistema, qual é o impulso que os torna activos, e principalmente não se borrem de medo deles... com o tempo vão acabar por compreender que não é tão imperativo ter um anti-virus a interceptar tudo o que fazem, e optar por desligar o auto-protect... eu fiz isso. Claro que se vamos usar o AV passivo para sondar coisas que nos trazem em cd ou outro tipo de volume de ficheiros, ou ficheiros que tiramos/mandam da net, então é necessário manter a base de dados do AV actualizada.
Uma coisa não podem discordar, se aceitarmos tudo o que nos mandam, nos pusermos a abrir tudo o que há na net, então mesmo com anti-virus activo vamos contaminar o sistema. O AV vai apanhar alguns mas nunca todos e eventualmente acabará por ser ele o apanhado... com isto quero dizer que uma vez que temos certeza que o sistema está contaminado, já nem devemos mais acreditar no que o AV nos reporta, ele pode estar comprometido também. Devemos usar outro sistema operativo limpo com outro AV se queremos tentar recuperar o nosso, mas o melhor mesmo é reinstalar tudo de limpo.
Se encontrarmos um virus no sistema, provavelmente estarão lá mais, muitos dos virus recentes, quando se activam vão buscar mais virus da net e instala-os ele sem que o utilizador veja nada.
Resumo final:
Usar windows na internet corre-se riscos com ou sem anti-virus, a componente humana e o seu comportamento é que fazem a diferença... se alguém consegue navegar na net em segurança com windows é porque é conhecedor de como o fazer, não é porque usa anti-virus.
Já agora para titulo de informação, a minha migração para Gnu/Linux não se deveu ao malware...
Foram outras as razões de procurar alternativas.
Cumprimentos
ArameFarpado


